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Panteão (Paris, século XVIII)

Panteão (Paris, século XVIII)

O edifício neoclássico francês mais importante, terminado em 1790, tornou-se no local de repouso final dos grandes nomes franceses.

Artes visuais

Palavras-chave

Panthéon, classicista, Classicismo, francês, túmulo, Santa Genoveva, memorial, igreja, Páris, arquitetura, construção, cúpula, França, Luís XV, Soufflot, Mirabeau, Voltaire, Rousseau, Victor Hugo, Zola, Curie, Dumas, Foucault, Monge, Perrin, Monet, Pasteur, fachada, estilo

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Cenas

Igreja

História do Panteão

A construção da igreja foi encomendada por Luís XV, em 1757, depois de este, em 1744, ter prometido que, se recuperasse da sua doença, iria construir uma nova igreja dedicada a Santa Genoveva, patrona de Paris. Os trabalhos de construção foram dirigidos pelo arquiteto Jacques-Germain Soufflot. O próprio Luís XV não viu a inauguração do edifício, pois ficou pronto apenas em 1791.

Os Revolucionários converteram o edifício de uma igreja para um mausoléu para os grandes franceses. Mais tarde, Napoleão Bonaparte devolveu-o à Igreja. No entanto, em 1885 foi tomada uma decisão final sobre a sua função, tendo sido decidido que este funcionaria como o local de descanso final para os cidadãos que merecessem ser sepultados aqui. Tal como a inscrição na fachada afirma: "Para grandes homens, uma grande morada"

Honoré de Mirabeau e Voltaire, em 1791, foram os primeiros a serem sepultados aqui. Mais tarde, dezenas de pessoas receberam esta honra, incluindo Jean Jacques Rousseau, Victor Hugo, Émile Zola, Pierre e Marie Curie. Alexandre Dumas foi aqui sepultado em 2002, 132 anos após a sua morte.

O físico francês Leon Foucault realizou a sua famosa experiência com o pêndulo no Panteão em 1851, demonstrando a rotação da Terra.

Vista de corte

O edifício

O Panteão é uma das obras-primas da arquitetura neoclássica. O edifício monumental foi desenhado por Jacques-Germain Soufflot. O arquiteto foi inspirado pela colunata do Panteão em Roma e pela Catedral de São Paulo em Londres. O seu desenho apresenta elementos estruturais góticos, dando início a um novo capítulo na história da arquitetura religiosa.
O nível do térreo apresenta uma disposição em cruz grega, com 110 m de comprimento e 85 m de largura. A enorme cúpula mede 83 m de altura.
Em 2005 e 2006, uma organização de historiadores e arquitetos desconhecida, auto apelidados de "Untergunther", repararam de forma secreta o antigo mecanismo do relógio do Panteão.

Fachada

Animação

Narração

O Panteão é o maior edifício neoclássico na França. Foi construído no Bairro Latino, em Paris, o quarteirão das ciências e das humanidades.
Luis XV encomendou-o como uma igreja dedicada à Santa Genoveva, a santa patrona de Paris, depois de ter recuperado de uma doença grave. A construção começou em 1757, liderada por Jacques-Germain Soufflot. Devido a problemas financeiros, o edifício só foi terminado em 1791.

O desenho do edifício foi inspirado pelo Louvre, a cúpula da Catedral de São Paulo em Londres e pelo pórtico de colunas coríntias no Panteão em Roma, assim como por elementos estruturais góticos. O plano do térreo apresenta uma disposição em forma de cruz grega, com 110 m de comprimento e 85 m de largura. A enorme cúpula tem 85 m de altura.

A função do edifício mudou ao longo dos séculos; foi entregue à Igreja por Napoleão, mas, em 1885, foi transformada na morada de descanso final para os maiores franceses, tal como os Revolucionários pretendiam. A inscrição na fachada diz: "Para grandes homens, uma grande morada".

O primeiro a ser sepultado neste local foi o estadista Honoré de Mirabeau em 1791. Mais tarde, dezenas de outras pessoas receberam esta distinção, incluindo Jean Jacques Rousseau, Victor Hugo, Émile Zola, e Pierre e Marie Curie. Alexandre Dumas foi sepultado aqui em 2002, 132 anos após a sua morte.

Mas o edifício não é só famoso pelos grandes franceses que ali estão sepultados. O físico francês Leon Foucault realizou a sua famosa experiência com um pêndulo, na qual demonstrou a rotação da Terra, em 1851 no Panteão.

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