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Como funciona: tomografia por emissão de pósitrons

Como funciona: tomografia por emissão de pósitrons

Por meio da tomografia computadorizada por emissão de pósitrons (PET), é possível obter uma informação visual das partes internas do corpo sem cirurgia.

Tecnologia

Palavras-chave

positrón, tomográfo, raio X, ampola de raio X, tumor, radioisótopo de flúor, flúor, isótopo, gamma, radiação gama, fotão, glicose

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Cenas

Sala de PET/CT

  • aparelho de PET/CT - Uma máquina cilíndrica na qual desliza uma cama móvel.
  • cama móvel

Usando técnicas de imagiologia médica, é possível se obter informações visuais de órgãos internos do corpo humano sem a necessidade de incisão cirúrgica. Uma dessas técnicas é a tomografia por emissão de pósitrons (PET). Com essa técnica, não apenas as características anatômicas dos tecidos podem ser analisadas, mas também seu funcionamento. A imagem PET fornece informações tridimensionais sobre o fluxo sanguíneo e sobre processos metabólicos de um determinado tecido.

Os primeiros sintomas de uma doença são disfunções em um determinado órgão. As mudanças anatômicas só aparecem em uma fase posterior. Esta é a razão pela qual o PET é tão útil no diagnóstico de doenças ainda no estágio inicial. Ele é usado principalmente na detecção de tumores, mas também para encontrar alterações neurológicas e medir o fluxo sanguíneo na artéria coronária do coração. Geralmente é acompanhado por outra técnica chamada tomografia computadorizada (TC). As imagens obtidas com o aparelho PET-TC podem revelar mais detalhes anatômicos, aumentando a possibilidade de um diagnóstico preciso.

aparelho de PET/CT

  • anel de detectores - Ele contém cristais que são sensíveis aos raios X e produzem sinais elétricos ao interagir com eles.
  • tubo de raios-X - Emite raios-X que chegam ao detector passando pelo corpo.
  • detector

Antes de realizar uma tomografia PET-CT, um radioisótopo é introduzido no corpo do paciente. Os raios gama que surgem do decaimento do radioisótopo são detectados por um anel detector. Esse anel é capaz de perceber os raios que saem do corpo em qualquer direção. As tomografias computadorizadas e PET são feitas ao mesmo tempo, assim não há necessidade de mudar a posição do paciente.

FDG

  • 2-fluoro-2-deoxi-D-glicose (FDG)
  • radioisótopo flúor 18 - Um isótopo que tem uma meia-vida curta e serve como fonte de pósitrons.

Fluorodeoxyglucose (FDG) é um isótopo de flúor (flúor-18) ligado a uma molécula de glicose que é frequentemente usado para varredura PET. O FDG entra nos tecidos onde a estimulação da glicose é mais intensa - ou seja, onde ocorrem processos metabólicos mais significativos. O flúor-18, tal como o oxigênio-15, o nitrogênio-13, o carbono-11 e outros isótopos de PET, tem uma meia vida muito curta (2-110 minutos). A desvantagem da meia-vida curta é que, após a administração do isótopo, o exame PET deve ser realizado em curto período de tempo. Por outro lado, sua vantagem é que isso significa menos carga radioativa para o paciente.

Diagnóstico de tumores por meio de PET/CT

  • radioisótopo flúor 18 - Um isótopo que tem uma meia-vida curta e serve como fonte de pósitrons.
  • scanner de PET/CT - Uma máquina cilíndrica na qual desliza uma cama móvel.
  • tumor - Suas células se dividem sem controle. As células tumorais não são desenvolvidas o suficiente para cumprir o papel das células saudáveis e o seu crescente número retira a nutrição das outras.
  • FDG
  • pósitron - Partícula subatômica com +1 carga elementar; a antipartícula do elétron. Na presença de qualquer material, um pósitron colide com um elétron, ocorre aniquilação, que resulta na produção de fótons de alta energia.
  • elétron - Partículas subatômicas com carga elementar -1. Seu tamanho é inferior a 10 m.
  • fóton gama - Surge durante a transição do núcleo excitado para um estado de energia inferior.

Após a administração intravenosa do isótopo, a PET-TC inicia-se dentro 50 minutos. Este é o tempo necessário para o isótopo atingir todos os órgãos através do sistema circulatório. Depois disso, o isótopo estará presente somente nos tecidos onde ocorrem processos metabólicos significativos. O enriquecimento isotópico pode ser observado no cérebro, no coração, na bexiga e nos rins. Se houver um tecido tumoral no corpo, o PET-CT é capaz de detectá-lo devido à proliferação celular do tumor, uma vez que tal processo requer muita energia e implica também um nível elevado de glicose. À medida que o isótopo de flúor decai, ele emite um pósitron que interage com um elétron próximo ao isótopo, produzindo raios gama. Estes podem ser detectados pelo sistema PET.

Formação da imagem

As imagens captadas pelos aparelhos PET e TC são projetadas uma sobre a outra em cortes anatômicos, perpendiculares ao eixo longitudinal do corpo. Reunindo essas seções, é possível reconstruir todo o corpo. Graças às imagens, o local exato do tumor pode ser determinado.

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