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Batalha de Maratona (490 a.C.)

Batalha de Maratona (490 a.C.)

A corrida da Maratona foi instituída em honra da corrida do soldado grego, após a batalha de Maratona, entre as armadas grega e persa.

História

Palavras-chave

Maratona, maratona, Dario, Dario I, batalha, campo de batalha, hoplitas, hoplita, gregos, Persas, Hélade, campanha militar, história militar, guerra, Milcíades, Heródoto, frota, cavalaria, falange, exército, Antiguidade, história

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Cenas

A batalha de Maratona

  • exército grego
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  • frota persa
  • exército persa
  • acampamento persa
  • N

Eventos da batalha

Fase 1 (490 a.C.)

No campo de batalha de Maratona, vinte mil soldados persas lutaram contra dez mil atenienses e mil guerreiros de Plateias. O exército grego era totalmente constituído por infantaria hoplita fortemente armada. Já a força persa contava com arqueiros de infantaria ou a cavalo, que não era suficientemente efetiva em combate corpo a corpo (a cavalaria, afinal, sequer participou na investida). No início da batalha, os hoplitas atacaram frontalmente para impedir os persas (em particular a cavalaria) de desembarcar e implantar os seus exércitos no local.

Fase 2 (490 a.C.)

De acordo com a descrição mais aceita da batalha, o estratega grego Miltiades estabeleceu a tática que derrotou os persas. A linha central do seu exército, que era muito mais fina do que o usual, foi empurrada para trás pela linha média dos persas, que tinham sido organizados na formação mais efetiva. Mas os persas não conseguiram dividir o exército grego em dois, e em vez disso viram-se cercados pelos flancos. Os persas de ambos os flancos, esquerdo e direito, fugiram para os seus navios.

Fase 3 (490 a.C.)

Isso foi uma tragédia para os que ficaram, pois as linhas gregas se fecharam cercando a linha dos persas que vieram pelo meio. Esses soldados persas ficaram presos dentro do “anel”. Em combate corpo a corpo, os hoplitas mostraram a superioridade das suas táticas e do seu equipamento, de tal forma que muitos persas perderam as suas vidas. Como a batalha parecia perdida, os soldados que conseguiram escapar se refugiaram nos navios.

Fase 4 (490 a.C.)

Uma parte do exército grego perseguiu os persas em fuga e tentau atear fogo nos seus navios (as fontes asseguram que conseguiram capturar dois navios). Os persas navegaram ao redor de Sunião na esperança de chegar até à cidade de Atenas, então desguarnecida. Mas o hoplitas marcharam de volta, à máxima velocidade, para defender a sua polis. Há relatos de que foi enviado à frente do exército um mensageiro para levar a notícia da vitória (e da aproximação dos persas). O mensageiro conseguiu chegar a Atenas antes dos persas (sendo esta considerada a primeira corrida da maratona).

Narração

Fase 1 (490 a.C.)

No campo de batalha de Maratona, vinte mil soldados persas lutaram contra dez mil atenienses e mil guerreiros de Plateias. O exército grego era totalmente constituído por infantaria hoplita fortemente armada. Já a força persa contava com arqueiros de infantaria ou a cavalo, que não era suficientemente efetiva em combate corpo a corpo (a cavalaria, afinal, sequer participou na investida). No início da batalha, os hoplitas atacaram frontalmente para impedir os persas (em particular a cavalaria) de desembarcar e implantar os seus exércitos no local.

Fase 2 (490 a.C.)

De acordo com a descrição mais aceita da batalha, o estratega grego Miltiades estabeleceu a tática que derrotou os persas. A linha central do seu exército, que era muito mais fina do que o usual, foi empurrada para trás pela linha média dos persas, que tinham sido organizados na formação mais efetiva. Mas os persas não conseguiram dividir o exército grego em dois, e em vez disso viram-se cercados pelos flancos. Os persas de ambos os flancos, esquerdo e direito, fugiram para os seus navios.

Fase 3 (490 a.C.)

Isso foi uma tragédia para os que ficaram, pois as linhas gregas se fecharam cercando a linha dos persas que vieram pelo meio. Esses soldados persas ficaram presos dentro do “anel”. Em combate corpo a corpo, os hoplitas mostraram a superioridade das suas táticas e do seu equipamento, de tal forma que muitos persas perderam as suas vidas. Como a batalha parecia perdida, os soldados que conseguiram escapar se refugiaram nos navios.

Fase 4 (490 a.C.)

Uma parte do exército grego perseguiu os persas em fuga e tentau atear fogo nos seus navios (as fontes asseguram que conseguiram capturar dois navios). Os persas navegaram ao redor de Sunião na esperança de chegar até à cidade de Atenas, então desguarnecida. Mas o hoplitas marcharam de volta, à máxima velocidade, para defender a sua polis. Há relatos de que foi enviado à frente do exército um mensageiro para levar a notícia da vitória (e da aproximação dos persas). O mensageiro conseguiu chegar a Atenas antes dos persas (sendo esta considerada a primeira corrida da maratona).

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