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Dromedário

Dromedário

Também conhecido por camelo árabe, o dromedário é uma animal bastante valioso e indispensável para os habitantes do deserto.

Biologia

Palavras-chave

dromedário, camelo, caravana, deserto, artiodáctilo, ruminante, animal, vertebrado, herbívoro, biologia

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Cenas

Dromedário

Uma vez que os dromedários, ou seja, os camelos árabes, se adaptaram ao ambiente extremo e à escassez de água, são animais estimados e indipensáveis aos habitantes dos desertos. Encontram-se atualmente domesticados, embora no passado tenham vivido livremente na natureza. No entanto, algumas populações selvagens podem ser encontradas na Austrália. Os dromedários têm um movimento característico porque movem simultaneamente ambas as pernas do mesmo lado, balançando-se assim de um lado para o outro.

As costas do dromedário estão cobertas por pelo grosso e suave de cor castanha escura, protegendo o animal da luz intensa do sol. As outras partes do seu corpo não têm pelo, o que ajuda a libertar calor. A bossa nas costas armazena gordura, a qual pode ser utilizada como alimento, caso seja necessário.

Com pestanas grossas e fossas nasais que podem ser fechadas, a areia e o pó não podem entrar nos olhos e no sistema respiratório do dromedário, durante uma tempestade de areia. A superfície das suas patas é larga e a sua pata de dois dedos tem articulações com almofadas que impedem que o animal se enterre na areia.

Os dromedários são herbívoros. Comem plantas espinhosas, ervas com lâminas afiadas e ramos semi-secos. A língua e os lábios são grossos, pelo que não se magoam ao ingerir estes alimentos. Podem sobreviver vários dias sem água. Caso seja necessário, o animal pode decompor a gordura armazenada na bossa em alimento e água.

Ainda há caravanas de camelos que atravessam os desertos e, quando param para descansar, as pessoas trazem vários baldes de água para os dromedários. Se estão com sede, estes animais podem beber até 135 litros de água em menos de 10 minutos, sendo igualmente capazes de controlar bem a quantidade de água ingerida. Os dromedários conseguem andar entre cerca de 30 e 40 km num só dia, carregando cargas pesadas.

Os dromedários vivem em famílias que incluem machos, fêmeas e respetivas crias. São geralmente animais calmos, mas o macho torna-se agressivo na época do cio, podendo então representar uma ameaça também para os seres humanos. Os dromedários podem viver até aos 40 anos de idade.

Anatomia

  • altura: aprox. 1,8-2,1 m
  • comprimento do corpo: 250-350 cm
  • comprimento da cauda: 50 cm
  • massa corporal: 300-700 kg
  • bossa
  • pelo fino e lanoso
  • pestanas longas e grossas
  • calosidades nos joelhos
  • pata com dois dedos
  • fossas nasais

Uma vez que os dromedários, ou seja, os camelos árabes, se adaptaram ao ambiente extremo e à escassez de água, são animais estimados e indipensáveis aos habitantes dos desertos. Encontram-se atualmente domesticados, embora no passado tenham vivido livremente na natureza. No entanto, algumas populações selvagens podem ser encontradas na Austrália. Os dromedários têm um movimento característico porque movem simultaneamente ambas as pernas do mesmo lado, balançando-se assim de um lado para o outro.

As costas do dromedário estão cobertas por pelo grosso e suave de cor castanha escura, protegendo o animal da luz intensa do sol. As outras partes do seu corpo não têm pelo, o que ajuda a libertar calor. A bossa nas costas armazena gordura, a qual pode ser utilizada como alimento, caso seja necessário.

Com pestanas grossas e fossas nasais que podem ser fechadas, a areia e o pó não podem entrar nos olhos e no sistema respiratório do dromedário, durante uma tempestade de areia. A superfície das suas patas é larga e a sua pata de dois dedos tem articulações com almofadas que impedem que o animal se enterre na areia.

Os dromedários são herbívoros. Comem plantas espinhosas, ervas com lâminas afiadas e ramos semi-secos. A língua e os lábios são grossos, pelo que não se magoam ao ingerir estes alimentos. Podem sobreviver vários dias sem água. Caso seja necessário, o animal pode decompor a gordura armazenada na bossa em alimento e água.

Ainda há caravanas de camelos que atravessam os desertos e, quando param para descansar, as pessoas trazem vários baldes de água para os dromedários. Se estão com sede, estes animais podem beber até 135 litros de água em menos de 10 minutos, sendo igualmente capazes de controlar bem a quantidade de água ingerida. Os dromedários conseguem andar entre cerca de 30 e 40 km num só dia, carregando cargas pesadas.

Os dromedários vivem em famílias que incluem machos, fêmeas e respetivas crias. São geralmente animais calmos, mas o macho torna-se agressivo na época do cio, podendo então representar uma ameaça também para os seres humanos. Os dromedários podem viver até aos 40 anos de idade.

Órgãos internos

  • esófago
  • estômago
  • intestino delgado
  • intestino grosso
  • ânus
  • fígado
  • coração
  • pulmões
  • traqueia
  • rim
  • bexiga

Uma vez que os dromedários, ou seja, os camelos árabes, se adaptaram ao ambiente extremo e à escassez de água, são animais estimados e indipensáveis aos habitantes dos desertos. Encontram-se atualmente domesticados, embora no passado tenham vivido livremente na natureza. No entanto, algumas populações selvagens podem ser encontradas na Austrália. Os dromedários têm um movimento característico porque movem simultaneamente ambas as pernas do mesmo lado, balançando-se assim de um lado para o outro.

As costas do dromedário estão cobertas por pelo grosso e suave de cor castanha escura, protegendo o animal da luz intensa do sol. As outras partes do seu corpo não têm pelo, o que ajuda a libertar calor. A bossa nas costas armazena gordura, a qual pode ser utilizada como alimento, caso seja necessário.

Com pestanas grossas e fossas nasais que podem ser fechadas, a areia e o pó não podem entrar nos olhos e no sistema respiratório do dromedário, durante uma tempestade de areia. A superfície das suas patas é larga e a sua pata de dois dedos tem articulações com almofadas que impedem que o animal se enterre na areia.

Os dromedários são herbívoros. Comem plantas espinhosas, ervas com lâminas afiadas e ramos semi-secos. A língua e os lábios são grossos, pelo que não se magoam ao ingerir estes alimentos. Podem sobreviver vários dias sem água. Caso seja necessário, o animal pode decompor a gordura armazenada na bossa em alimento e água.

Ainda há caravanas de camelos que atravessam os desertos e, quando param para descansar, as pessoas trazem vários baldes de água para os dromedários. Se estão com sede, estes animais podem beber até 135 litros de água em menos de 10 minutos, sendo igualmente capazes de controlar bem a quantidade de água ingerida. Os dromedários conseguem andar entre cerca de 30 e 40 km num só dia, carregando cargas pesadas.

Os dromedários vivem em famílias que incluem machos, fêmeas e respetivas crias. São geralmente animais calmos, mas o macho torna-se agressivo na época do cio, podendo então representar uma ameaça também para os seres humanos. Os dromedários podem viver até aos 40 anos de idade.

Esqueleto

  • crânio
  • costelas
  • coluna vertebral
  • omoplata
  • pélvis
  • esterno
  • fémur
  • tíbia
  • rótula
  • falanges
  • metatarso
  • úmero
  • rádio

Uma vez que os dromedários, ou seja, os camelos árabes, se adaptaram ao ambiente extremo e à escassez de água, são animais estimados e indipensáveis aos habitantes dos desertos. Encontram-se atualmente domesticados, embora no passado tenham vivido livremente na natureza. No entanto, algumas populações selvagens podem ser encontradas na Austrália. Os dromedários têm um movimento característico porque movem simultaneamente ambas as pernas do mesmo lado, balançando-se assim de um lado para o outro.

As costas do dromedário estão cobertas por pelo grosso e suave de cor castanha escura, protegendo o animal da luz intensa do sol. As outras partes do seu corpo não têm pelo, o que ajuda a libertar calor. A bossa nas costas armazena gordura, a qual pode ser utilizada como alimento, caso seja necessário.

Com pestanas grossas e fossas nasais que podem ser fechadas, a areia e o pó não podem entrar nos olhos e no sistema respiratório do dromedário, durante uma tempestade de areia. A superfície das suas patas é larga e a sua pata de dois dedos tem articulações com almofadas que impedem que o animal se enterre na areia.

Os dromedários são herbívoros. Comem plantas espinhosas, ervas com lâminas afiadas e ramos semi-secos. A língua e os lábios são grossos, pelo que não se magoam ao ingerir estes alimentos. Podem sobreviver vários dias sem água. Caso seja necessário, o animal pode decompor a gordura armazenada na bossa em alimento e água.

Ainda há caravanas de camelos que atravessam os desertos e, quando param para descansar, as pessoas trazem vários baldes de água para os dromedários. Se estão com sede, estes animais podem beber até 135 litros de água em menos de 10 minutos, sendo igualmente capazes de controlar bem a quantidade de água ingerida. Os dromedários conseguem andar entre cerca de 30 e 40 km num só dia, carregando cargas pesadas.

Os dromedários vivem em famílias que incluem machos, fêmeas e respetivas crias. São geralmente animais calmos, mas o macho torna-se agressivo na época do cio, podendo então representar uma ameaça também para os seres humanos. Os dromedários podem viver até aos 40 anos de idade.

Narração

Uma vez que os dromedários, ou seja, os camelos árabes, se adaptaram ao ambiente extremo e à escassez de água, são animais estimados e indipensáveis aos habitantes dos desertos. Encontram-se atualmente domesticados, embora no passado tenham vivido livremente na natureza. No entanto, algumas populações selvagens podem ser encontradas na Austrália. Os dromedários têm um movimento característico porque movem simultaneamente ambas as pernas do mesmo lado, balançando-se assim de um lado para o outro.

As costas do dromedário estão cobertas por pelo grosso e suave de cor castanha escura, protegendo o animal da luz intensa do sol. As outras partes do seu corpo não têm pelo, o que ajuda a libertar calor. A bossa nas costas armazena gordura, a qual pode ser utilizada como alimento, caso seja necessário.

Com pestanas grossas e fossas nasais que podem ser fechadas, a areia e o pó não podem entrar nos olhos e no sistema respiratório do dromedário, durante uma tempestade de areia. A superfície das suas patas é larga e a sua pata de dois dedos tem articulações com almofadas que impedem que o animal se enterre na areia.

Os dromedários são herbívoros. Comem plantas espinhosas, ervas com lâminas afiadas e ramos semi-secos. A língua e os lábios são grossos, pelo que não se magoam ao ingerir estes alimentos. Podem sobreviver vários dias sem água. Caso seja necessário, o animal pode decompor a gordura armazenada na bossa em alimento e água.

Ainda há caravanas de camelos que atravessam os desertos e, quando param para descansar, as pessoas trazem vários baldes de água para os dromedários. Se estão com sede, estes animais podem beber até 135 litros de água em menos de 10 minutos, sendo igualmente capazes de controlar bem a quantidade de água ingerida. Os dromedários conseguem andar entre cerca de 30 e 40 km num só dia, carregando cargas pesadas.

Os dromedários vivem em famílias que incluem machos, fêmeas e respetivas crias. São geralmente animais calmos, mas o macho torna-se agressivo na época do cio, podendo então representar uma ameaça também para os seres humanos. Os dromedários podem viver até aos 40 anos de idade.

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