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Birreme (antiga embarcação de guerra a remos)

Birreme (antiga embarcação de guerra a remos)

Um birreme é um antigo tipo de embarcação de guerra, utilizado por muitos exércitos, com uma característica proa pontiaguda e duas fileiras de remos.

Tecnologia

Palavras-chave

Birreme, antiga embarcação de guerra, barco, encouraçado, Antiguidade, navegação, proa pontiaguda, vela quadrada, fileira de remos, assentos dos remadores, remos, remos de direção, quilha, mastro, técnica, transporte

Extras relacionados

Cenas

Birreme

Birreme

Um birreme é um antigo tipo de embarcação de guerra com duas fileira de remos, tendo sido utilizado na Antiguidade por Fenícios, Gregos, Etruscos, Cartagineses e Romanos. O primeiro birreme grego foi provavelmente construído no século IX a.C. por influência fenícia.
A principal arma do birreme era o aríete, uma projeção pontiaguda e revestida de metal situada na base da proa, que podia inutilizar uma embarcação inimiga perfurando-lhe o casco. É por isso que era importante que os birremes fossem rápidos e facilmente manobráveis. Nas batalhas navais apenas os remos eram usados, e nunca as velas. O birreme foi mais tarde substituído pelo trirreme, o qual tinha três fileiras de remos, sendo consequentemente maior e mais rápido.

Vista de cima

Convés

No convés

A maior parte do espaço de convés era ocupada pelos assentos dos remadores: havia 12 pares de remos de cada lado e entre 50 e 150 remadores no total. Nas batalhas navais, sempre que era necessária maior velocidade e mudanças de direção mais rápidas, entravam em ação mais remadores. Podia-se manter o ritmo adequado da remada por tambores, flautas e por cantar.

Devido à falta de espaço, havia nos birremes mais remadores que soldados, sendo essa a maior desvantagem deste tipo de embarcação, razão pela qual foram mais tarde construídos barcos maiores. Os remos de direção desempenhavam um papel bastante importante. Ficavam situados na parte de trás da embarcação e eram usados para manobrá-la.

Construção

  • proa pontiaguda
  • vela
  • assentos dos remadores
  • remos de direção
  • quilha
  • mastro

A forma e a estrutura do birreme

O casco era esguio, com uma parte central algo arredondada e continuamente curva, popa estreita e proa ligeiramente mais larga. A quilha apresentava-se revirada para cima, enquanto a proa era decorada com uma cabeça ou olho de pássaro pintado e um aríete saliente.

O mastro, que mantinha a grande vela retangular, foi erguido no centro da popa. O cordame foi ligado à popa, à proa e às pilhas fixadas à parte de trás do convés. Em algumes birremes haviam cestos de gávea.
Os gregos não tinham âncoras nos seus navios, em vez disso, geralmente, usavam grandes pedras ligadas à cordas.

Animação

  • proa pontiaguda
  • vela
  • assentos dos remadores
  • remos de direção
  • quilha
  • mastro

Narração

Um birreme é um antigo tipo de embarcação de guerra com duas fileira de remos, tendo sido utilizado na Antiguidade por Fenícios, Gregos, Etruscos, Cartagineses e Romanos. O primeiro birreme grego foi provavelmente construído no século IX a.C. por influência fenícia.

O casco era esguio, com uma parte central algo arredondada e continuamente curva, popa estreita e proa ligeiramente mais larga. A quilha apresentava-se revirada para cima, enquanto a proa era decorada com uma cabeça ou olho de pássaro pintado e um aríete saliente.
A maior parte do espaço de convés era ocupada pelos assentos dos remadores: havia 12 pares de remos de cada lado e entre 50 e 150 remadores no total. Nas batalhas navais, sempre que era necessária maior velocidade e mudanças de direção mais rápidas, entravam em ação mais remadores.

Devido à falta de espaço, havia nos birremes mais remadores que soldados, sendo essa a maior desvantagem deste tipo de embarcação, razão pela qual foram mais tarde construídos barcos maiores. Os remos de direção desempenhavam um papel bastante importante. Ficavam situados na parte de trás da embarcação e eram usados para manobrá-la.
A principal arma do birreme era o aríete, uma projeção pontiaguda e revestida de metal situada na base da proa, que podia inutilizar uma embarcação inimiga perfurando-lhe o casco. É por isso que era importante que os birremes fossem rápidos e facilmente manobráveis. Nas batalhas navais apenas os remos eram usados, e nunca as velas. O birreme foi mais tarde substituído pelo trirreme, o qual tinha três fileiras de remos, sendo consequentemente maior e mais rápido.

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