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Atividade vulcânica

Atividade vulcânica

A animação mostra os diferentes tipos de erupções vulcânicas.

Geografia

Palavras-chave

vulcão, actividade magmática, erupção vulcânica, volcanes, atividade vulcânica, magma, atividade pós-vulcânica, câmara magmática, tectónica, terramoto, lava, formação de montanhas, Vesúvio, natureza, geografia, placa tectónica, crosta terrestre, desastre

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Vulcões e tectónica de placas

  • Placa Africana
  • Placa Euroasiática
  • Placa Arábica
  • Placa Indiana
  • Placa Norte-americana
  • Placa Sul-americana
  • Placa do Pacífico
  • Placa das Caraíbas
  • Placa de Cocos
  • Placa de Nazca
  • Placa Antártica
  • Placa Australiana
  • Placa das Filipinas

A atividade vulcânica é um processo pelo qual o magma é ejetado para a superfície da Terra a partir da crosta. Os vulcões não ocorrem de forma aleatória, formando longas cadeias, ao longo dos limites das placas tectónicas.

A atividade vulcânica desempenha um papel importante na formação de montanhas. O magma é rocha fundida muito quente que existe por baixo da superfície da Terra. O magma que flui para a superfície é chamado de lava, formando-se um vulcão onde esta alcança a superfície. Os vulcões podem ser classificados, de acordo com o tipo de erupção, em explosivo, efusivo e misto.

As erupções explosivas são características de vulcões de cone de cinzas. Este tipo de erupção é acompanhada por vapor e gases, que escapam para a superfície pela cratera em explosões massivas, resultando em colunas de erupção muito altas e fluxos piroclásticos. O vento pode espalhar a nuvem de cinzas por áreas muito vastas. O fluxo piroclástico desce pelo cone vulcânico a grande velocidade. Este é o tipo de erupção mais devastador. Krakatoa, Monte Pelée e Monte de Santa Helena são os exemplos mais conhecidos de vulcões onde este tipo de erupção ocorre.

As erupções efusivas são características de vulcões-escudo. Este tipo de erupção não é acompanhado por explosões ou fluxos piroclásticos; a única substância que ascende à superfície é lava líquida. Quando a lava solidifica, origina um cone vulcânico. Mauna Kea e Mauna Loa, ambos nas ilhas do Havai, são exemplos de vulcões onde ocorrem erupções efusivas.

As erupções mistas são características dos estratovulcões. Este tipo de erupção é acompanhado por explosões e também por fluxos de lava. O cone vulcânico consiste de camadas alternantes de piroclastos, ou fragmentos, e lava solidificada. Os exemplos mais conhecidos de estratovulcões são o Stromboli, o Monte Etna e o Cotopaxi.

Após as erupções vulcânicas, pode ser observada atividade pós-vulcânica, consistindo essencialmente de vapor e gases de vários químicos, emitidos de aberturas chamadas fumarolas.

Uma solfatara é um tipo de fumarola, uma abertura na crosta terrestre que emite gases sulfurosos.

Uma mofeta é uma descarga de dióxido de carbono. Uma mofeta pode ser seca, se contém dióxido de carbono, ou "molhada", se contém água carbonatada.

Um géiser é uma nascente que periodicamente exala água quente. Isto acontece porque a água infiltra-se e acumula-se em pequenos espaços por baixo do chão e depois começa a ferver devido ao calor do magma, acabando por entrar em erupção.

A atividade vulcânica em áreas de solo argiloso é acompanhada por vulcões de lama, em que os gases são libertados da lama líquida como bolhas.

As erupções vulcânicas mais devastadoras espalham grandes quantidades de piroclasto.

Durante a erupção do Krakatoa, em 1883, foram ejetados 18 quilómetros cúbicos de piroclastos, enquanto na erupção de 1815 do Monte Tambora, a erupção mais potente registada na história, um total de 80 quilómetros cúbicos destes fragmentos foram espalhados por uma vasta área.

Erupções desta magnitude têm impactos globais na atmosfera, clima e também na fauna da Terra.

Maiores erupções vulcânicas

  • Mauna Kea
  • Mauna Loa
  • Novarupta
  • Monte Santa Helena
  • Santa Maria
  • Cotopaxi
  • Monte Pelée
  • La Soufrière
  • Monte Vesúvio
  • Stromboli
  • Etna
  • Kolumbo
  • Piton de la Fournaise
  • Bandai San
  • Pinatubo
  • Krakatoa
  • Tambora
  • Tarawera

A atividade vulcânica é um processo pelo qual o magma é ejetado para a superfície da Terra a partir da crosta. Os vulcões não ocorrem de forma aleatória, formando longas cadeias, ao longo dos limites das placas tectónicas.

A atividade vulcânica desempenha um papel importante na formação de montanhas. O magma é rocha fundida muito quente que existe por baixo da superfície da Terra. O magma que flui para a superfície é chamado de lava, formando-se um vulcão onde esta alcança a superfície. Os vulcões podem ser classificados, de acordo com o tipo de erupção, em explosivo, efusivo e misto.

As erupções explosivas são características de vulcões de cone de cinzas. Este tipo de erupção é acompanhada por vapor e gases, que escapam para a superfície pela cratera em explosões massivas, resultando em colunas de erupção muito altas e fluxos piroclásticos. O vento pode espalhar a nuvem de cinzas por áreas muito vastas. O fluxo piroclástico desce pelo cone vulcânico a grande velocidade. Este é o tipo de erupção mais devastador. Krakatoa, Monte Pelée e Monte de Santa Helena são os exemplos mais conhecidos de vulcões onde este tipo de erupção ocorre.

As erupções efusivas são características de vulcões-escudo. Este tipo de erupção não é acompanhado por explosões ou fluxos piroclásticos; a única substância que ascende à superfície é lava líquida. Quando a lava solidifica, origina um cone vulcânico. Mauna Kea e Mauna Loa, ambos nas ilhas do Havai, são exemplos de vulcões onde ocorrem erupções efusivas.

As erupções mistas são características dos estratovulcões. Este tipo de erupção é acompanhado por explosões e também por fluxos de lava. O cone vulcânico consiste de camadas alternantes de piroclastos, ou fragmentos, e lava solidificada. Os exemplos mais conhecidos de estratovulcões são o Stromboli, o Monte Etna e o Cotopaxi.

Após as erupções vulcânicas, pode ser observada atividade pós-vulcânica, consistindo essencialmente de vapor e gases de vários químicos, emitidos de aberturas chamadas fumarolas.

Uma solfatara é um tipo de fumarola, uma abertura na crosta terrestre que emite gases sulfurosos.

Uma mofeta é uma descarga de dióxido de carbono. Uma mofeta pode ser seca, se contém dióxido de carbono, ou "molhada", se contém água carbonatada.

Um géiser é uma nascente que periodicamente exala água quente. Isto acontece porque a água infiltra-se e acumula-se em pequenos espaços por baixo do chão e depois começa a ferver devido ao calor do magma, acabando por entrar em erupção.

A atividade vulcânica em áreas de solo argiloso é acompanhada por vulcões de lama, em que os gases são libertados da lama líquida como bolhas.

As erupções vulcânicas mais devastadoras espalham grandes quantidades de piroclasto.

Durante a erupção do Krakatoa, em 1883, foram ejetados 18 quilómetros cúbicos de piroclastos, enquanto na erupção de 1815 do Monte Tambora, a erupção mais potente registada na história, um total de 80 quilómetros cúbicos destes fragmentos foram espalhados por uma vasta área.

Erupções desta magnitude têm impactos globais na atmosfera, clima e também na fauna da Terra.

Erupção explosiva

  • nuvem de cinza
  • cratera
  • fluxo piroclástico

A atividade vulcânica é um processo pelo qual o magma é ejetado para a superfície da Terra a partir da crosta. Os vulcões não ocorrem de forma aleatória, formando longas cadeias, ao longo dos limites das placas tectónicas.

A atividade vulcânica desempenha um papel importante na formação de montanhas. O magma é rocha fundida muito quente que existe por baixo da superfície da Terra. O magma que flui para a superfície é chamado de lava, formando-se um vulcão onde esta alcança a superfície. Os vulcões podem ser classificados, de acordo com o tipo de erupção, em explosivo, efusivo e misto.

As erupções explosivas são características de vulcões de cone de cinzas. Este tipo de erupção é acompanhada por vapor e gases, que escapam para a superfície pela cratera em explosões massivas, resultando em colunas de erupção muito altas e fluxos piroclásticos. O vento pode espalhar a nuvem de cinzas por áreas muito vastas. O fluxo piroclástico desce pelo cone vulcânico a grande velocidade. Este é o tipo de erupção mais devastador. Krakatoa, Monte Pelée e Monte de Santa Helena são os exemplos mais conhecidos de vulcões onde este tipo de erupção ocorre.

As erupções efusivas são características de vulcões-escudo. Este tipo de erupção não é acompanhado por explosões ou fluxos piroclásticos; a única substância que ascende à superfície é lava líquida. Quando a lava solidifica, origina um cone vulcânico. Mauna Kea e Mauna Loa, ambos nas ilhas do Havai, são exemplos de vulcões onde ocorrem erupções efusivas.

As erupções mistas são características dos estratovulcões. Este tipo de erupção é acompanhado por explosões e também por fluxos de lava. O cone vulcânico consiste de camadas alternantes de piroclastos, ou fragmentos, e lava solidificada. Os exemplos mais conhecidos de estratovulcões são o Stromboli, o Monte Etna e o Cotopaxi.

Após as erupções vulcânicas, pode ser observada atividade pós-vulcânica, consistindo essencialmente de vapor e gases de vários químicos, emitidos de aberturas chamadas fumarolas.

Uma solfatara é um tipo de fumarola, uma abertura na crosta terrestre que emite gases sulfurosos.

Uma mofeta é uma descarga de dióxido de carbono. Uma mofeta pode ser seca, se contém dióxido de carbono, ou "molhada", se contém água carbonatada.

Um géiser é uma nascente que periodicamente exala água quente. Isto acontece porque a água infiltra-se e acumula-se em pequenos espaços por baixo do chão e depois começa a ferver devido ao calor do magma, acabando por entrar em erupção.

A atividade vulcânica em áreas de solo argiloso é acompanhada por vulcões de lama, em que os gases são libertados da lama líquida como bolhas.

As erupções vulcânicas mais devastadoras espalham grandes quantidades de piroclasto.

Durante a erupção do Krakatoa, em 1883, foram ejetados 18 quilómetros cúbicos de piroclastos, enquanto na erupção de 1815 do Monte Tambora, a erupção mais potente registada na história, um total de 80 quilómetros cúbicos destes fragmentos foram espalhados por uma vasta área.

Erupções desta magnitude têm impactos globais na atmosfera, clima e também na fauna da Terra.

Erupção efusiva

  • cratera
  • fluxo de lava

A atividade vulcânica é um processo pelo qual o magma é ejetado para a superfície da Terra a partir da crosta. Os vulcões não ocorrem de forma aleatória, formando longas cadeias, ao longo dos limites das placas tectónicas.

A atividade vulcânica desempenha um papel importante na formação de montanhas. O magma é rocha fundida muito quente que existe por baixo da superfície da Terra. O magma que flui para a superfície é chamado de lava, formando-se um vulcão onde esta alcança a superfície. Os vulcões podem ser classificados, de acordo com o tipo de erupção, em explosivo, efusivo e misto.

As erupções explosivas são características de vulcões de cone de cinzas. Este tipo de erupção é acompanhada por vapor e gases, que escapam para a superfície pela cratera em explosões massivas, resultando em colunas de erupção muito altas e fluxos piroclásticos. O vento pode espalhar a nuvem de cinzas por áreas muito vastas. O fluxo piroclástico desce pelo cone vulcânico a grande velocidade. Este é o tipo de erupção mais devastador. Krakatoa, Monte Pelée e Monte de Santa Helena são os exemplos mais conhecidos de vulcões onde este tipo de erupção ocorre.

As erupções efusivas são características de vulcões-escudo. Este tipo de erupção não é acompanhado por explosões ou fluxos piroclásticos; a única substância que ascende à superfície é lava líquida. Quando a lava solidifica, origina um cone vulcânico. Mauna Kea e Mauna Loa, ambos nas ilhas do Havai, são exemplos de vulcões onde ocorrem erupções efusivas.

As erupções mistas são características dos estratovulcões. Este tipo de erupção é acompanhado por explosões e também por fluxos de lava. O cone vulcânico consiste de camadas alternantes de piroclastos, ou fragmentos, e lava solidificada. Os exemplos mais conhecidos de estratovulcões são o Stromboli, o Monte Etna e o Cotopaxi.

Após as erupções vulcânicas, pode ser observada atividade pós-vulcânica, consistindo essencialmente de vapor e gases de vários químicos, emitidos de aberturas chamadas fumarolas.

Uma solfatara é um tipo de fumarola, uma abertura na crosta terrestre que emite gases sulfurosos.

Uma mofeta é uma descarga de dióxido de carbono. Uma mofeta pode ser seca, se contém dióxido de carbono, ou "molhada", se contém água carbonatada.

Um géiser é uma nascente que periodicamente exala água quente. Isto acontece porque a água infiltra-se e acumula-se em pequenos espaços por baixo do chão e depois começa a ferver devido ao calor do magma, acabando por entrar em erupção.

A atividade vulcânica em áreas de solo argiloso é acompanhada por vulcões de lama, em que os gases são libertados da lama líquida como bolhas.

As erupções vulcânicas mais devastadoras espalham grandes quantidades de piroclasto.

Durante a erupção do Krakatoa, em 1883, foram ejetados 18 quilómetros cúbicos de piroclastos, enquanto na erupção de 1815 do Monte Tambora, a erupção mais potente registada na história, um total de 80 quilómetros cúbicos destes fragmentos foram espalhados por uma vasta área.

Erupções desta magnitude têm impactos globais na atmosfera, clima e também na fauna da Terra.

Erupção mista

  • chaminé
  • cratera
  • fluxo de lava

A atividade vulcânica é um processo pelo qual o magma é ejetado para a superfície da Terra a partir da crosta. Os vulcões não ocorrem de forma aleatória, formando longas cadeias, ao longo dos limites das placas tectónicas.

A atividade vulcânica desempenha um papel importante na formação de montanhas. O magma é rocha fundida muito quente que existe por baixo da superfície da Terra. O magma que flui para a superfície é chamado de lava, formando-se um vulcão onde esta alcança a superfície. Os vulcões podem ser classificados, de acordo com o tipo de erupção, em explosivo, efusivo e misto.

As erupções explosivas são características de vulcões de cone de cinzas. Este tipo de erupção é acompanhada por vapor e gases, que escapam para a superfície pela cratera em explosões massivas, resultando em colunas de erupção muito altas e fluxos piroclásticos. O vento pode espalhar a nuvem de cinzas por áreas muito vastas. O fluxo piroclástico desce pelo cone vulcânico a grande velocidade. Este é o tipo de erupção mais devastador. Krakatoa, Monte Pelée e Monte de Santa Helena são os exemplos mais conhecidos de vulcões onde este tipo de erupção ocorre.

As erupções efusivas são características de vulcões-escudo. Este tipo de erupção não é acompanhado por explosões ou fluxos piroclásticos; a única substância que ascende à superfície é lava líquida. Quando a lava solidifica, origina um cone vulcânico. Mauna Kea e Mauna Loa, ambos nas ilhas do Havai, são exemplos de vulcões onde ocorrem erupções efusivas.

As erupções mistas são características dos estratovulcões. Este tipo de erupção é acompanhado por explosões e também por fluxos de lava. O cone vulcânico consiste de camadas alternantes de piroclastos, ou fragmentos, e lava solidificada. Os exemplos mais conhecidos de estratovulcões são o Stromboli, o Monte Etna e o Cotopaxi.

Após as erupções vulcânicas, pode ser observada atividade pós-vulcânica, consistindo essencialmente de vapor e gases de vários químicos, emitidos de aberturas chamadas fumarolas.

Uma solfatara é um tipo de fumarola, uma abertura na crosta terrestre que emite gases sulfurosos.

Uma mofeta é uma descarga de dióxido de carbono. Uma mofeta pode ser seca, se contém dióxido de carbono, ou "molhada", se contém água carbonatada.

Um géiser é uma nascente que periodicamente exala água quente. Isto acontece porque a água infiltra-se e acumula-se em pequenos espaços por baixo do chão e depois começa a ferver devido ao calor do magma, acabando por entrar em erupção.

A atividade vulcânica em áreas de solo argiloso é acompanhada por vulcões de lama, em que os gases são libertados da lama líquida como bolhas.

As erupções vulcânicas mais devastadoras espalham grandes quantidades de piroclasto.

Durante a erupção do Krakatoa, em 1883, foram ejetados 18 quilómetros cúbicos de piroclastos, enquanto na erupção de 1815 do Monte Tambora, a erupção mais potente registada na história, um total de 80 quilómetros cúbicos destes fragmentos foram espalhados por uma vasta área.

Erupções desta magnitude têm impactos globais na atmosfera, clima e também na fauna da Terra.

Atividade pós-vulcânica

  • fumarola
  • géiser
  • solfatara
  • mofeta
  • vulcão de lama

A atividade vulcânica é um processo pelo qual o magma é ejetado para a superfície da Terra a partir da crosta. Os vulcões não ocorrem de forma aleatória, formando longas cadeias, ao longo dos limites das placas tectónicas.

A atividade vulcânica desempenha um papel importante na formação de montanhas. O magma é rocha fundida muito quente que existe por baixo da superfície da Terra. O magma que flui para a superfície é chamado de lava, formando-se um vulcão onde esta alcança a superfície. Os vulcões podem ser classificados, de acordo com o tipo de erupção, em explosivo, efusivo e misto.

As erupções explosivas são características de vulcões de cone de cinzas. Este tipo de erupção é acompanhada por vapor e gases, que escapam para a superfície pela cratera em explosões massivas, resultando em colunas de erupção muito altas e fluxos piroclásticos. O vento pode espalhar a nuvem de cinzas por áreas muito vastas. O fluxo piroclástico desce pelo cone vulcânico a grande velocidade. Este é o tipo de erupção mais devastador. Krakatoa, Monte Pelée e Monte de Santa Helena são os exemplos mais conhecidos de vulcões onde este tipo de erupção ocorre.

As erupções efusivas são características de vulcões-escudo. Este tipo de erupção não é acompanhado por explosões ou fluxos piroclásticos; a única substância que ascende à superfície é lava líquida. Quando a lava solidifica, origina um cone vulcânico. Mauna Kea e Mauna Loa, ambos nas ilhas do Havai, são exemplos de vulcões onde ocorrem erupções efusivas.

As erupções mistas são características dos estratovulcões. Este tipo de erupção é acompanhado por explosões e também por fluxos de lava. O cone vulcânico consiste de camadas alternantes de piroclastos, ou fragmentos, e lava solidificada. Os exemplos mais conhecidos de estratovulcões são o Stromboli, o Monte Etna e o Cotopaxi.

Após as erupções vulcânicas, pode ser observada atividade pós-vulcânica, consistindo essencialmente de vapor e gases de vários químicos, emitidos de aberturas chamadas fumarolas.

Uma solfatara é um tipo de fumarola, uma abertura na crosta terrestre que emite gases sulfurosos.

Uma mofeta é uma descarga de dióxido de carbono. Uma mofeta pode ser seca, se contém dióxido de carbono, ou "molhada", se contém água carbonatada.

Um géiser é uma nascente que periodicamente exala água quente. Isto acontece porque a água infiltra-se e acumula-se em pequenos espaços por baixo do chão e depois começa a ferver devido ao calor do magma, acabando por entrar em erupção.

A atividade vulcânica em áreas de solo argiloso é acompanhada por vulcões de lama, em que os gases são libertados da lama líquida como bolhas.

As erupções vulcânicas mais devastadoras espalham grandes quantidades de piroclasto.

Durante a erupção do Krakatoa, em 1883, foram ejetados 18 quilómetros cúbicos de piroclastos, enquanto na erupção de 1815 do Monte Tambora, a erupção mais potente registada na história, um total de 80 quilómetros cúbicos destes fragmentos foram espalhados por uma vasta área.

Erupções desta magnitude têm impactos globais na atmosfera, clima e também na fauna da Terra.

Narração

A atividade vulcânica é um processo pelo qual o magma é ejetado para a superfície da Terra a partir da crosta. Os vulcões não ocorrem de forma aleatória, formando longas cadeias, ao longo dos limites das placas tectónicas.

A atividade vulcânica desempenha um papel importante na formação de montanhas. O magma é rocha fundida muito quente que existe por baixo da superfície da Terra. O magma que flui para a superfície é chamado de lava, formando-se um vulcão onde esta alcança a superfície. Os vulcões podem ser classificados, de acordo com o tipo de erupção, em explosivo, efusivo e misto.

As erupções explosivas são características de vulcões de cone de cinzas. Este tipo de erupção é acompanhada por vapor e gases, que escapam para a superfície pela cratera em explosões massivas, resultando em colunas de erupção muito altas e fluxos piroclásticos. O vento pode espalhar a nuvem de cinzas por áreas muito vastas. O fluxo piroclástico desce pelo cone vulcânico a grande velocidade. Este é o tipo de erupção mais devastador. Krakatoa, Monte Pelée e Monte de Santa Helena são os exemplos mais conhecidos de vulcões onde este tipo de erupção ocorre.

As erupções efusivas são características de vulcões-escudo. Este tipo de erupção não é acompanhado por explosões ou fluxos piroclásticos; a única substância que ascende à superfície é lava líquida. Quando a lava solidifica, origina um cone vulcânico. Mauna Kea e Mauna Loa, ambos nas ilhas do Havai, são exemplos de vulcões onde ocorrem erupções efusivas.

As erupções mistas são características dos estratovulcões. Este tipo de erupção é acompanhado por explosões e também por fluxos de lava. O cone vulcânico consiste de camadas alternantes de piroclastos, ou fragmentos, e lava solidificada. Os exemplos mais conhecidos de estratovulcões são o Stromboli, o Monte Etna e o Cotopaxi.

Após as erupções vulcânicas, pode ser observada atividade pós-vulcânica, consistindo essencialmente de vapor e gases de vários químicos, emitidos de aberturas chamadas fumarolas.

Uma solfatara é um tipo de fumarola, uma abertura na crosta terrestre que emite gases sulfurosos.

Uma mofeta é uma descarga de dióxido de carbono. Uma mofeta pode ser seca, se contém dióxido de carbono, ou "molhada", se contém água carbonatada.

Um géiser é uma nascente que periodicamente exala água quente. Isto acontece porque a água infiltra-se e acumula-se em pequenos espaços por baixo do chão e depois começa a ferver devido ao calor do magma, acabando por entrar em erupção.

A atividade vulcânica em áreas de solo argiloso é acompanhada por vulcões de lama, em que os gases são libertados da lama líquida como bolhas.

As erupções vulcânicas mais devastadoras espalham grandes quantidades de piroclasto.

Durante a erupção do Krakatoa, em 1883, foram ejetados 18 quilómetros cúbicos de piroclastos, enquanto na erupção de 1815 do Monte Tambora, a erupção mais potente registada na história, um total de 80 quilómetros cúbicos destes fragmentos foram espalhados por uma vasta área.

Erupções desta magnitude têm impactos globais na atmosfera, clima e também na fauna da Terra.

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